Uma conversa honesta sobre dinheiro
A Bem-te-vi nasceu da convicção de que pessoas acima de 40 anos merecem orientação financeira que respeite a complexidade da vida que já viveram.
← Voltar ao InícioPor que o nome Bem-te-vi
O bem-te-vi é um pássaro que qualquer brasileiro reconhece de imediato — aparece na janela cedo, canta em voz alta, e não precisa de apresentação. Era exatamente esse o espírito que queríamos para o trabalho: algo familiar, direto, sem pretensão.
A ideia surgiu em 2019, quando Luciana Ferraz — que trabalhava há quinze anos como planejadora financeira em um banco — percebeu que os clientes de meia-idade chegavam à agência com questões práticas que o banco não tinha interesse em responder: qual pacote de tarifas era mesmo vantajoso, se fazia sentido manter aquele investimento em poupança, como organizar os documentos do imóvel comprado há vinte anos.
Ela deixou o cargo, alugou uma sala no Savassi e começou a atender individualmente. Com o tempo, surgiram as turmas de orçamento e, depois, o acompanhamento anual. Hoje a Bem-te-vi tem uma equipe pequena com o mesmo propósito original: sentar com as pessoas e olhar os números juntos, sem pressa.
Como trabalhamos
- Cada sessão é preparada com base na situação específica de quem atendemos, não em modelos prontos.
- Não há venda de produtos financeiros nem comissão de terceiros envolvida em nenhuma recomendação.
- O ritmo é determinado pelo cliente, não pela agenda de um produto ou de uma campanha.
- Tudo que é discutido fica documentado e pode ser consultado depois — anotações, listas de tarefas, planilhas.
Quem atende
Uma equipe pequena, onde cada pessoa conhece bem os clientes com quem trabalha.
Luciana Ferraz
Quinze anos de experiência bancária e seis anos atendendo famílias em Belo Horizonte de forma independente. Especializada em orçamento doméstico e organização de contas.
Rafael Mendes
Trabalhou sete anos em cooperativa de crédito antes de se juntar à Bem-te-vi. Conduz as sessões de banco do cotidiano e auxilia na revisão de tarifas e contratos.
Carla Souza
Responsável pelo agendamento, pelos materiais de apoio e pelo acompanhamento entre sessões. Cuida também da organização de documentos nas visitas do Programa Ano Tranquilo.
Como mantemos a qualidade do atendimento
Algumas práticas que seguimos desde o início e que pautam cada sessão e cada interação com os clientes.
Sigilo total das informações
Extratos, contratos e valores compartilhados nas sessões ficam restritos ao atendimento. Não guardamos documentos originais e não repassamos dados a terceiros em nenhuma circunstância.
Documentação de cada sessão
Cada encontro resulta em um registro escrito entregue ao cliente — seja uma lista de ajustes, um resumo ou uma planilha. Nada fica apenas na memória.
Sem conflito de interesses
Não recebemos comissão de bancos, corretoras ou qualquer instituição financeira. Toda recomendação parte exclusivamente do que é melhor para o cliente.
Atualização contínua
As regras do Pix, as tarifas bancárias e a legislação tributária mudam com frequência. A equipe acompanha essas mudanças para que as orientações sejam sempre atuais.
Atendimento personalizado
Não há roteiros fixos. Cada sessão é preparada com base na situação real do cliente, levando em conta a fase da vida, a composição familiar e os objetivos de médio prazo.
Linguagem acessível
Termos técnicos são sempre explicados no momento em que aparecem. O objetivo é que o cliente entenda o que está sendo discutido, não que confie às cegas.
Educação financeira para quem já tem história
Pessoas acima de 40 anos não chegam às finanças em branco. Elas têm contas correntes abertas há décadas, financiamentos que já estão na metade, planos de previdência contratados em outro contexto e hábitos de consumo que fazem sentido para a vida que construíram. O que muda, muitas vezes, é a situação ao redor — os filhos crescem, a carreira muda de ritmo, os custos de saúde aparecem com mais frequência.
Na Bem-te-vi, o ponto de partida é sempre esse: onde a pessoa está hoje, com o que ela já tem. Não partimos de um modelo ideal de orçamento ou de uma carteira de investimentos perfeita. Partimos dos extratos reais, das tarifas que já estão sendo cobradas, dos contratos que estão ativos.
O trabalho prático — revisar um pacote bancário, montar uma planilha de gastos, organizar os documentos da casa — tem um efeito que vai além do resultado imediato. Com mais clareza sobre o que entra e o que sai, fica mais fácil tomar decisões, conversar com a família sobre dinheiro e atravessar os imprevistos com menos sobressalto.
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